Encontro Regional Sul JSF com menos 4 anos de grupo

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No passado sábado, dia 18 de Abril vivi uma tarde espetacular. Vivi-a com os Jovens sem Fronteiras!
Por volta das 14:00 horas de sábado, no jardim da estrela em Lisboa, alguns jovens sem fronteiras da região sul reuniram-se para partilhar e viver a alegria de conhecer e caminhar com Jesus. A tarde começou com a Oração. De seguida fizeram-se vários grupos e fomos seguindo os Sinais. Pois, tal como na nossa vida, assim o fizemos, num jogo em que passando de posto a posto pudemos ficar a conhecer melhor acerca do passado e presente deste movimento que se move e faz mover há já trinta anos! Nos diferentes postos escutámos sobre Cláudio Poullart des Places e Francisco Libermann, sobre os diferentes grupos existentes a nível nacional, das suas actividades e localização geográfica, da Família Espiritana, dos grupos e actividades do passado e da Sol sem Fronteiras (SOLSEF).
Gostei muito de ter participado, não porque estive na actividade mais radical da minha vida ou elevado os meus níveis de adrenalina ao máximo. Gostei muito porque me senti amado. Sim, é uma grande certeza que tenho! E é aquilo que os Jovens sem Fronteiras me têm-me oferecido. Sou jovem sem fronteira e se me perguntarem o porquê de o ser é o que direi, porque sou amado.

João Santos
Jsf Benedita

Retiro JSF de Quaresma em Santa Catarina da Fonte do Bispo

Os Jovens Sem Fronteiras da região Sul juntaram-se para mais um retiro de Quaresma. Santa Catarina recebeu-nos no fim-de-semana de 6 a 8 de Março.
O retiro iniciou-se com uma oração da noite que nos preparou para o encontro com Ele.
Na manhã de sábado, foi tempo de descobrir Deus nos nossos corações. Como é habitual, iniciámo-lo com uma oração, seguindo-se o primeiro subtema: Encontrar e Conhecer Jesus. Ao almoço, o silêncio reinou de modo a permitir uma melhor reflexão da manhã e uma preparação para a tarde.
Ser cristão é ser testemunha da missão de Jesus no mundo de hoje. Chega assim, a hora de Testemunhar Jesus! Mais uma pequena palestra onde refletimos sobre a importância do testemunho da Palavra. Para que O possamos testemunhar, temos de falar da nossa vida com Ele. Assim sendo, a pares, cada um de nós partilhou a nossa experiência desde o dia do nosso batismo, até aos dias de hoje. Apesar de bons cristãos que somos, na nossa vida temos ações menos boas que necessitam do perdão de Deus, seguiu-se então, o momento da Confissão.
À noite, visualizámos um filme – “Noé”- que mostra a história narrada na Bíblia, do homem justo escolhido por Deus para se salvar, levando a sua família e um casal de cada espécie de animais.
Domingo, dia de Anunciar Jesus. A última palestra do retiro, levou-nos a pensar se realmente estamos conscientes do chamamento de Jesus para anunciá-Lo os outros e se “o fazemos com alegria?”. Para nos ajudar nesta reflexão, nada melhor que ouvi-Lo na Eucaristia.
Chegadas as despedidas, é hora de cada um voltar para a sua casa, com a noção de que “Ser discípulo, significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus”.

Cristiana Brito
Jsf Sta Catarina

Retiro JSF de Quaresma, Região Sul no Santuário do Cristo Rei

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Entre os dias 13 a 15 de Março de 2015, os Jovens sem Fronteiras da Região Sul redescobriram a “Alegria do Encontro com Cristo”. O retiro decorreu no Santuário do Cristo Rei em Almada, diocese de Setúbal.

Trazíamos malas e bagagens e uma vontade imensa de abrir o coração e descobrir o que Ele nos tinha para dizer e oferecer nestes dias. Muitos de nós não se conheciam e dentro da mala traziam até algum nervosismo, mas logo ali sentimos que tínhamos Cristo a unir-nos e que podíamos confiar. O início do retiro, com as apresentações de cada um, ajudaram a conhecer os outros participantes e a criar já um laço entre todos. Para orientar o retiro tivemos a graça de ter connosco o Diácono Andrew que pela sua maneira de estar, simples e alegre, deu testemunho vivo deste tema (“Alegria do Encontro com Cristo”). Sugeriu dividir o encontro em três momentos: “Encontrar e Conhecer Jesus”, “Testemunhar Jesus” e “Anunciar Jesus”. Como acontece numa relação de namorados, primeiro encontra-se a pessoa, depois conhece-se e depois ama-se. Criando um ambiente silencioso dentro de cada um de nós (um retiro exige sempre silencio interior, pois só aí, num ambiente de calma, se consegue ouvir Jesus), seguiu-se a oração da noite.

Na manhã seguinte decorreu a primeira reflexão: “Encontrar e Conhecer Jesus”, onde nos foram demonstrados alguns encontros de Jesus com as pessoas. Com base na bíblia vimos alguns exemplos, onde os discípulos eram a figura deste próprio encontro com Jesus. Perguntamo-nos então a nós próprios: “Como nos podemos encontrar com Jesus? Como foi o nosso primeiro encontro com Ele?” De seguida, cada um de nós teve uma reflexão livre e pessoal, sobre este encontro com Jesus, depois da qual participámos na Eucaristia, celebrada pelo Pe. Miguel Ribeiro.
Nessa tarde tivemos a segunda partilha, onde foi abordado o tema “Testemunhar Jesus”. Relembrámos então a necessidade e o dever que cada um de nós tem de testemunhar o Evangelho, pois como cristãos e JSF o testemunho é fundamental. Levar Jesus ao outro nem sempre é fácil e todos nós já experienciámos essa dificuldade. Muitas pessoas não sabem que precisam de Jesus, mas Deus ama-as e quer habitar nelas também. Somos, por definição “discípulos missionários” (e não discípulos e missionários). Como tal, é na missão que testemunhamos esta alegria de O conhecer, é servindo e dando que recebemos e O deixamos viver em nós. Viver anunciando Cristo só é possível quando O anunciamos com alegria. Só assim os que estão à nossa volta O vão querer conhecer e experimentar. Ouvimos exemplos pessoais de quem já esteve fora em missão com o projeto ponte. Após esta reflexão foi-nos dado um momento de reflexão, dois a dois, onde partilhámos com o par o nosso encontro com Jesus, o nosso percurso enquanto cristãos, como, onde e quando vimos Jesus. Todos os participantes consideraram este um dos momentos mais importantes deste retiro, pois nesta partilha mais próxima, sentimos um à-vontade diferente do que se tivesse sido em grande grupo. Depois desta partilha pessoal, seguiram-se confissões. Juntamo-nos em grupo novamente para acabar o dia com adoração ao santíssimo na capela, com a oração do terço em comunhão com os nossos irmãos de todo mundo, como nos foi pedido pelo nosso querido Papa Francisco.
À noite, depois do jantar, visionámos o filme “O filho de Deus” cujo objectivo era perceber este encontro dos discípulos e o povo com Jesus, a dificuldade de reconhece-Lo e segui-Lo.

No Domingo, após a oração da manhã tivemos a última reflexão, “Anunciar Jesus”, onde ficámos a perceber como fazê-lo. Nesta reflexão alguns participantes manifestaram uma grande dificuldade no sentido do anúncio, pois na vida do quotidiano na catequese, na rua, no trabalho, vivemos e temos a experiência de que não há abertura no coração das pessoas a quem tentamos anunciar Jesus. Foi-nos proposto um texto da Bíblia (Lucas 24, 13-35), o encontro na estrada para Emaús, onde os discípulos não reconheceram Jesus. Com um par, refletimos o texto e partilhamos como é que nós nos vimos nas figuras presentes no texto. Muitas vezes não conseguimos reconhecer Jesus nos nossos colegas do trabalho, escola, vizinhos, restantes passageiros dos transportes públicos em que viajamos, nos mendigos, nas testemunhas de Jeová que nos batem à porta… Muitas são as vezes também em que os outros não reconhecem Jesus em nós e sabemo-lo bem. Porque somos preguiçosos, ou não nos esforçamos por ser amorosos ou porque nos desleixamos.
Para encerrar este retiro nada melhor do que terminar com a eucaristia, partindo na alegria de comungar Dele, de fortalecer a nossa fé para O anunciarmos a partir dali.
Num pequeno balanço, cada JSF partilhou a felicidade que foi participar neste retiro, apesar de alguns elementos no princípio pensarem que sairiam defraudados, isso não aconteciam, pois abriram o coração e abriram-se à possibilidade de que Deus nos conhece melhor do que nós a nós mesmos e Ele, melhor do que nós, sabe de que precisamos. Criaram-se laços de amizade entre todos os participantes, pois cada um abriu o seu coração ao próximo e a Jesus.

Cada um saiu renovado e com vontade acrescentada de anunciar Jesus e o Evangelho, de anunciar “A alegria do Encontro com Cristo”, deixando de parte por vezes preguiças, pois ser sal da terra e luz do mundo é ser vivo e anunciar para lá de todas as barreiras que encontramos nos nossos caminhos.

Christopher Santos, Jovens Sem Fronteiras de Fernão Ferro
Joana Maria, Jovens Sem Fronteiras da Portela

Retiro de Silêncio JSF Região Sul

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O retiro de Silêncio decorreu nos dias 27 e 28 de Fevereiro e 1 de Março e foi no Seminário da Torre d’ Águilha que tomámos mais um passo nesta preparação da Quaresma.
No dia 27 à noite já estávamos todos reunidos. Foi o Pe. Vitor Sousa que nos acolheu e que nos viria a orientar durante todo o retiro.
Depois de cada um se ter apresentado e de termos partilhado sobre o que tinha levado cada um de nós a embarcar nesta aventura, o Pe. Vitor introduziu-nos como tudo iria funcionar: o tempo de silêncio, as horas da refeição, tentando sempre ir ao encontro daquilo que o grupo procurava e daquilo com que cada um se sentisse confortável.
Neste primeiro encontro também conversámos sobre a importância que o silêncio pode ter na aproximação de Deus, na auto – descoberta e até no estar mais atento a tudo o que se passa à nossa volta. Recebíamos assim um convite para re-descobrir o silêncio, a Deus e a nós mesmos.
No Sábado de manhã após o pequeno-almoço fizemos a oração da manhã e iniciámos um tema – Acreditar. Utilizando a sua longa experiência em Taiwan, o Pe Vitor apresentou-nos ao caracter chinês correspondente – 信- e a tudo o que podia significar. Falou-nos de Poullart des Place, da sua história como fundador dos Missionários do Espírito Santo, e da sua vocação, e de como o podemos ter como exemplo de escutar a Palavra de Deus, reconhecê-Lo e entregarmo-nos.
No final do tema, ficámos com algumas propostas de reflexão: “Como ponho em prática o escutar a Palavra de Deus no meu dia-a-dia?”, “Tenho conseguido?”, “Em que é que reconheço Deus na minha vida?”, “Quais as coisas pelas quais estou grato?”
Seguiu-se uma manhã de reflexão em silêncio, sob um sol meio envergonhado, nos jardins calmos da Aguilha.
De tarde, depois de uma boa refeição em grupo, abriu-se um novo tema. Desta vez, o Pe. Vitor falou-nos de esperar- 望 , ter esperança.
Falámos também de Pobreza, de viver como pobre. Conversámos sobre o facto de a pobreza não ser apenas algo a ultrapassar, mas também uma virtude. É essencial para viver em alegria, e anda de mãos dadas com a esperança.
Viver em pobreza é também olhar a vida como um dom e não como uma conquista. Se encaramos a vida como uma conquista, uma posse nossa, vamos querer protege-la, guardá-la para nós para que nada de mal lhe aconteça; porém, se soubermos que a vida é um dom, queremos partilhá-la e dá-la até! Pois tomando consciência disto ela logo deixa de ser nossa.
Depois disto, o Pe Vitor convidou-nos mais uma vez a refletir sobre uma série de pontos: “Qual o meu maior tesouro?”, “Como me relaciono com os pobres?”, “O que é para mim o desprendimento?”
Ao final da tarde celebrou-se a Eucaristia, presidida pelo Pe.Vitor, que sublinhou a importância de nos entregarmos por completo na Eucaristia; existe sempre o objetivo de irmos “limpos” para a Eucaristia, mas se não levarmos connosco e entregarmos as nossas experiências, as nossas feridas, Jesus não poderá sará-las. Assim, cada um tentando à sua medida entregar a Deus todas as suas vivências, celebrámos a Eucaristia ao som de cânticos que cantávamos meio envergonhados, e com um Pai Nosso rezado em chinês! O que podia ser melhor para nos sentirmos em Comunhão com outros Cristãos do outro lado do mundo?
À noite, antes do deitar, o grupo foi presenteado com uma sessão de cinema! O filme escolhido foi Ocean Heaven – a história de um pai viúvo com um filho autista que, ao saber que está gravemente doente e que não lhe resta muito tempo tenta fazer tudo para que o filho não fique sozinho, sem cuidados, pois o pai era a única pessoa na sua família. Porém, esta tarefa revela-se muito difícil.
No terceiro e último dia do nosso retiro, a manhã começou com a palavra “amar” -爱. Com mais um caracter da língua chinesa como suporte, explorámos várias questões: Quantas vezes usamos a palavra vazia, sem significado? Que lugares tomam o sacrifício e o compromisso no amor?
O amor pode aplicar-se à vocação do matrimónio, mas essa não tem de ser a única forma de tornar a nossa vida fecunda e rica. Que formas há para fazê-lo, então?
Colocámos então algumas questões a nós próprios: “Como são as relações com os que amo?”, “Qual é o meu compromisso? Como o vivo?”, O que fazer para que uma relação não perca o seu sabor? Seja essa relação com os outros ou com Deus.”
O retiro terminou com a Eucaristia depois do almoço. Depois disto, cada um rumou ao seu lugar, voltando à algazarra do dia-a-dia, ao barulho e à confusão, mas certamente com alguma paz interior, a paz e a serenidade que só Cristo pode dar quando fazemos um pouco de silêncio para o escutar e o sentir.

Inês Prata e Pedro Pires (JSF Agualva)

Mini Encontro Regional Sul

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“As chaves da missão” foi o tema que os grupos JSF da Benedita, Foz do Arelho e Peniche se interpelaram no Encontro Regional da Região Sul que aconteceu no passado dia 7 de Fevereiro de 2015 na paróquia da Benedita.
Iniciamos o nosso Encontro com a melhor chave que o cristão pode ter – a oração. Nesta oração o padre Miguel levou-nos a refletir sobre a importância de rezarmos ao Pai e sobre algumas responsabilidades que deveremos ter enquanto cristãos.
Depois de uma dinâmica que serviu para quebrar o gelo entre todos, foi dado início ao primeiro tema da tarde “Eu e Jesus – a Chave”. Neste tema, orientado pelo Pedro Mateus, falamos sobre o que é a base da oração e o que nos define enquanto católicos – a nossa relação com Jesus. Deu-se lugar a várias partilhas o que originou um pequeno debate sobre o que é a oração e como podemos rezar. De seguida, fomos divididos por grupos. Cada grupo analisou uma pequena história diferente sobre a oração que depois teve de a apresentar.
No segundo grande tema da tarde “ (Um)a Missão “ , a Raquel Carreira e a Margarida Catarino despertaram-nos para os temas do desenvolvimento e da cooperação falando também um pouco do papel da Solsef e das ONGD no geral. Este tema, preparado pela equipa Sul da Solsef, tinha como objetivo alertar para as desigualdades que existem no mundo. Fomos novamente divididos por grupos. Desta vez a missão de cada grupo seria fazer um cartaz de sensibilização para o combate à pobreza. O principal objetivo desta atividade foi levar-nos a pensar na injusta desigualdade na distribuição de recursos. Este tópico foi o motor de arranque para a continuação da apresentação deste tema, em que a Raquel nos alertou para a profunda diferença entre países ricos e pobres e nos informou sobre o que é que se tem estado a fazer para combater este drama salientando o papel dos ODM.
Seguiu-se a eucaristia presidida pelo padre Miguel, na bonita Igreja da Benedita.
Depois do nosso jantar partilhado ainda houve espaço para debatermos mais um tema “O papel do cristão no mundo”. Aqui todos fomos interpelados para tentarmos procurar o nosso lugar no mundo. O cristão vive em comunidade, é interdependente. Tudo aquilo que fazemos tem uma consequência direta ou indireta no mundo. Para terminarmos esta reflexão fizemos uma pequena dinâmica em que à luz da frase “Qual o papel do cristão no mundo?” meditamos em algumas palavras ou frases que originaram partilhas entre o grupo muito enriquecedoras.
Terminou assim o Encontro Regional da Região Sul, um encontro marcado pela alegria e boa-disposição, de convívio fraterno nesta família JSF. Entre os temas abordados que nos rasgaram horizontes e nos fizeram crescer enquanto cristãos, tivemos a oportunidade de fortalecer laços entre grupos, e de ir ao encontro do Outro de o escutar, conversar, partilhar aquilo que somos. Enfim, viver um pouco o Amor cristão.
Com certeza todos ficaram mais preenchidos da essência de ser JSF e das chaves que temos ao nosso dispor para a nossa missão de levar Jesus a todos os lugares. Venham mais Encontros!

Juliana Gerardo
JSF Benedita

REGIONAL Santa Catarina e São Brás

ATENÇÃO! ÚLTIMA HORA!!!

Pensavas que as inscrições para o Regional terminavam este domingo ou já não te lembravas quando terminavam e quando te apercebeste já não conseguiste falar com os pais ou ver se podias vir ao Regional?
Então para os mais esquecidos e para aqueles que ainda não tinham a certeza se podiam vir e até gostavam, mas achavam que era muito cedo para dizer SIM à ida ao Regional… Os JSF de Santa Catarina e S.Brás decidiram ALARGAR das datas das INSCRIÇÕES para o Regional até o dia 30 DE JUNHO! Vá lá pessoal falem com os vossos pais e/ou vão juntando já um dinheiro se acham que estão mal de finanças e querem vir ao Regional! Têm mais esta oportunidade, 15 dias para te inscreveres, aproveita! Não te esqueças …

Deus chama por ti AQUI!

Organização do Regional a cargo: JSF Santa Catarina e JSF São Brás

Para saber mais informações e para se inscrever pode mandar mail para: jsf.stacatarina@outlook.com

Retiro JSF em S. Brás de Alportel

No passado dia oito de Março iniciou-se em São Brás de Alportel mais um retiro de Quaresma dos Jovens Sem Fronteiras da Região Sul.
Iniciamos o retiro com apresentação dos jovens dos vários grupos. Deste modo, porque a hora já ia longa, realizámos a oração da noite, com a leitura da “Parábola da ovelha perdida” refletindo sobre o nosso caminho como cristãos e se alguma vez nos sentimos perdidos, como a ovelha da parábola e o que nos distrai para que nos percamos desse caminho.
Iniciámos a manhã de sábado com uma oração que nos chamou a seguir Jesus. Ao longo da manhã debatemos temas como “Procura na Igreja” sobre o Concílio Vaticano II e “Procura na Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma”. A tarde foi reservada para a reconciliação connosco e com Deus e a partilha deste amor que temos por Ele com a comunidade, na realização de um terço no lar com os idosos e a participação na Eucaristia na Igreja Matriz de S. Brás. Depois do jantar assistimos a um filme, The way, e antes de irmos dormir juntámos-nos todos em Vigília de Oração.
No domingo de manhã realizou-se a Via Sacra, recordando o caminho que Jesus fez até ser crucificado no monte Sinai. De seguida reunimos-nos todos na sala para debater o último tema do retiro, “Encontro com os JSF”, onde ficámos a saber um pouco mais sobre o estatutos dos JSF e refletimos sobre o que é para nós ser JSF. A seguir ao almoço realizou-se a avaliação do retiro por todos os membros do grupo e a despedida.

Verónica Rodrigues
JSF Santa Catarina da Fonte do Bispo

Retiro de Silêncio - “ENCONTRÁMO-NOS”

No dia 2, 3 e 4 de Março um grupo de Jovens Sem Fronteiras juntaram-se no Cristo-Rei para um retiro de Silêncio. Cada dia tivemos um verbo como tema, no primeiro dia foi “Perder”, no segundo foi “Procurar” e no último dia foi “Encontrar”. Foi um fim de semana intenso, de encontro connosco próprios e com Deus. Disponibilizaram-nos muitos materiais para acompanhar neste fim de semana tão especial.
Tivemos uma sorte tremenda de ter no retiro a presença da Joana Cruz, que deu um testemunho fantástico sobre o seu voluntariado em Itoculo-Moçambique. O grupo foi maravilhoso e cooperou com tudo o que foi preciso.
Ora bem, isto tudo junto só podia resultar no meu melhor retiro de quaresma, até agora.
Aconselho a todos os jovens, a fazer um retiro de silêncio para experienciar o quão bom é o encontro com Deus no momento de silêncio e fora do nosso dia-a-dia atribulado.

Diana Monteiro
JSF Montijo

Festa de Carnaval

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No dia 9 de Fevereiro de 2013, como todos os anos, os Jovens Sem Fronteiras de Santa Catarina organizaram a festa de Carnaval para as crianças da aldeia.
A festa teve início pelas 15h, nas salas da Igreja de Santa Catarina e no Largo da Igreja.
Durante a tarde houve oportunidade de pintar, fazerem jogos, pinturas faciais para aqueles que não foram disfarçados, fazerem as suas próprias mascaras, brincarem com as serpentinas e com os confetes.
Mais para o fim da tarde realizámos o desfile pela aldeia com os meninos, uma inovação desde o ano passado na nossa festa, é uma forma de espalhar a alegria do Carnaval pela nossa aldeia, as pessoas acham sempre giro um desfile.
A seguir ao desfile, realizámos o concurso de máscaras, em que em primeiro lugar ficou uma Freira, em segundo lugar uma Índia e em ultimo um Pirata.
A nossa festa terminou com um lanchinho para satisfazer as barriguitas dos nossos meninos.
E assim foi o nosso sábado de Carnaval, partilhado com as crianças da nossa aldeia!

Escrito
Verónica Rodrigues
JSF Santa Catarina

“Máscara é tudo aquilo que esconde a verdadeira identidade.”

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No passado dia 12 de Fevereiro, a Região Sul reuniu-se na capela do Centro Comercial Colombo para mais um oração, desta vez preparada pelos Jovens Sem Fronteiras de Agualva.

Em dia de Carnaval, o tema escolhido para a oração foram as máscaras. Não são as máscaras mais ou menos originais que escolhemos nestas alturas para ir a alguma festa, mas aquelas que cada um de nós tem na sua vida. Abordando o tema de forma simples e directa, o principal objectivo era que cada um dos presentes olhasse verdadeiramente para si e para a sua vida e reflectisse.

As questões “Que máscaras usas na tua vida?” e “Que máscaras queres tirar?” estiveram em destaque, e as respostas em cada partilha foram muito diferentes. Surgiram tanto máscaras menos boas e que, sem dúvida, podemos e devemos eliminar da nossa vida, como máscaras que deixam de o ser e se tornam um objectivo para sermos mais e melhor para os outros.

Antes da passagem do círio ao grupo JSF Barreiro, tivemos ainda um testemunho da missionária Rita Carvalho, que passou 11 meses em Bafatá, na Guiné-Bissau. Foi sem dúvida um testemunho enriquecedor e que mostra como o gesto de cada um pode ajudar a fazer a diferença no mundo, lembrando como não importa só para onde somos enviados, mas também quem nos envia.

E foi assim que passámos mais uma oração reunidos enquanto Jovens Sem Fronteiras e unidos com o mesmo propósito e pelo mesmo Deus de amor. É de rosto livre destas máscaras que nos preparamos para entrar num novo tempo de Quaresma.